Texto 2 e 3. A crônica
Respondendo a questão nove do exercício do texto anterior, sim! Machado de Assis escreveu crônicas. Leia o texto de Machado de Assis, a biografia do autor e em seguida o texto de Luis Fernando Veríssimo.
Texto 1
O nascimento da crônica.
Há um meio certo de começar a crônica por uma trivialidade. É dizer: Que calor! Que desenfreado calor! Diz-se isto, agitando as pontas do lenço, bufando como um touro, ou simplesmente sacudindo a sobrecasaca. Resvala-se do calor aos fenômenos atmosféricos, fazem-se algumas conjeturas acerca do sol e da lua, outras sobre a febre amarela, manda-se um suspiro a Petrópolis, e La glace est rompue; está começada a crônica.
Mas, leitor amigo, esse meio é mais velho ainda do que as crônicas, que apenas datam de Esdras. Antes de Esdras, antes de Moisés, antes de Abraão, Isaque e Jacó, antes mesmo de Noé, houve calor e crônicas. No paraíso é provável, é certo que o calor era mediano, e não é prova do contrário o fato de Adão andar nu. Adão andava nu por duas razões, uma capital e outra provincial. A primeira é que não havia alfaiates, não havia sequer casimiras; a segunda é que, ainda havendo-os, Adão andava baldo ao naipe. Digo que esta razão é provincial, porque as nossas províncias estão nas circunstâncias do primeiro homem.
Quando a fatal curiosidade de Eva fez-lhes perder o paraíso, cessou, com essa degradação, a vantagem de uma temperatura igual e agradável. Nasceu o calor e o inverno; vieram as neves, os tufões, as secas, todo o cortejo de males, distribuídos pelos doze meses do ano.
Não posso dizer positivamente em que ano nasceu a crônica; mas há toda a probabilidade de crer que foi coetânea das primeiras duas vizinhas. Essas vizinhas, entre o jantar e a merenda, sentaram-se à porta, para debicar os sucessos do dia. Provavelmente começaram a lastimar-se do calor. Uma dia que não pudera comer ao jantar, outra que tinha a camisa mais ensopando que as ervas que comera. Passar das ervas às plantações do morador fronteiro, e logo às tropelias amatórias do dito morador, e ao resto, era a coisa mais fácil, natural e possível do mundo. Eis a origem da crônica.
Que eu, sabedor ou conjeturador de tão alta prosápia, queira repetir o meio de que lançaram mãos as duas avós do cronista, é realmente cometer uma trivialidade; e contudo, leitor, seria difícil falar desta quinzena sem dar à canícula o lugar de honra que lhe compete. Seria; mas eu dispensarei esse meio quase tão velho como o mundo, para somente dizer que a verdade mais incontestável que achei debaixo do sol é que ninguém se deve queixar, porque cada pessoa é sempre mais feliz do que outra.
Não afirmo sem prova.
Fui há dias a um cemitério, a um enterro, logo de manhã, num dia ardente como todos os diabos e suas respectivas habitações. Em volta de mim ouvia o estribilho geral: que calor! Que sol! É de rachar passarinho! É de fazer um homem doido!
Íamos em carros! Apeamo-nos à porta do cemitério e caminhamos um longo pedaço. O sol das onze horas batia de chapa em todos nós; mas sem tirarmos os chapéus, abríamos os de sol e seguíamos a suar até o lugar onde devia verificar-se o enterramento. Naquele lugar esbarramos com seis ou oito homens ocupados em abrir covas: estavam de cabeça descoberta, a erguer e fazer cair a enxada. Nós enterramos o morto, voltamos nos carros, às nossas casas ou repartições. E eles? Lá os achamos, lá os deixamos, ao sol, de cabeça descoberta, a trabalhar com a enxada. Se o sol nos fazia mal, que não faria àqueles pobres-diabos, durante todas as horas quentes do dia?
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O texto acima foi publicado no livro “Crônicas Escolhidas”, Editora Ática – São Paulo, 1994, pág. 13, e extraído do livro “As Cem Melhores Crônicas Brasileiras”, Editora Objetiva – Rio de Janeiro, 2007, pág. 27, organização e introdução de Joaquim Ferreira dos Santos..
Machado de Assis – Biografia.
Joaquim Maria Machado de Assis é considerado um dos mais importantes escritores da literatura brasileira. Nasceu no Rio de Janeiro em 21/6/1839, filho de uma família muito pobre. Mulato e vítima de preconceito, perdeu na infância sua mãe e foi criado pela madrasta. Superou todas as dificuldades da época e tornou-se um grande escritor.
Na infância, estudou numa escola pública durante o primário e aprendeu francês e latim. Trabalhou como aprendiz de tipógrafo, foi revisor e funcionário público.
Publicou seu primeiro poema intitulado Ela, na revista Marmota Fluminense. Trabalhou como colaborador de algumas revistas e jornais do Rio de Janeiro. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de letras e seu primeiro presidente.
Podemos dividir as obras de Machado de Assis em duas fases: Na primeira fase (fase romântica) os personagens de suas obras possuem características românticas, sendo o amor e os relacionamentos amorosos os principais temas de seus livros. Desta fase podemos destacar as seguintes obras: Ressurreição (1872), seu primeiro livro, A Mão e a Luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878).
Na Segunda Fase ( fase realista ), Machado de Assis abre espaços para as questões psicológicas dos personagens. É a fase em que o autor retrata muito bem as características do realismo literário. Machado de Assis faz uma análise profunda e realista do ser humano, destacando suas vontades, necessidades, defeitos e qualidades. Nesta fase destaca-se as seguintes obras: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1900) e Memorial de Aires (1908).
Machado de Assis também escreveu contos, tais como: Missa do Galo, O Espelho e O Alienista. Escreveu diversos poemas, crônicas sobre o cotidiano, peças de teatro, críticas literárias e teatrais.
Machado de Assis morreu de câncer, em sua cidade natal, no ano de 1908.
Relação das obras:
Romances
Ressurreição - 1872
A mão e a luva - 1874
Helena - 1876
Iaiá Garcia - 1878
Memórias Póstumas de Brás Cubas - 1881
Quincas Borba - 1891
Dom Casmurro - 1899
Esaú e Jacó - 1904
Memorial de Aires - 1908
Poesia
Crisálidas
Falenas
Americanas
Ocidentais
Poesias completas
Contos
A Carteira
Miss Dollar
O Alienista
Noite de Almirante
O Homem Célebre
Conto da Escola
Uns Braços
A Cartomante
O Enfermeiro
Trio em Lá Menor
Missa do Galo
Teatro
Hoje avental, amanhã luva - 1860
Desencantos - 1861
O caminho da porta, 1863
Quase ministro - 1864
Os deuses de casaca - 1866
Tu, só tu, puro amor - 1880
Lição de botânica - 1906
O que é Crônica?
Crônica é uma narrativa histórica que expõe os fatos seguindo uma ordem cronológica. A palavra crônica deriva do grego "chronos" que significa "tempo".
A crônica é uma forma textual no estilo de narração que tem por base fatos que acontecem em nosso cotidiano. Por este motivo, é uma leitura agradável, pois o leitor interage com os acontecimentos e por muitas vezes se identifica com as ações tomadas pelas personagens.
Você já deve ter lido algumas crônicas, pois estão presentes em jornais, revistas e livros. Além do mais, é uma leitura que nos envolve, uma vez que utiliza a primeira pessoa e aproxima o autor de quem lê. Como se estivessem em uma conversa informal, o cronista tende a dialogar sobre fatos até mesmo íntimos com o leitor.
O texto é curto e de linguagem simples, o que o torna ainda mais próximo de todo tipo de leitor e de praticamente todas as faixas etárias. A sátira, a ironia, o uso da linguagem coloquial demonstrada na fala das personagens, a exposição dos sentimentos e a reflexão sobre o que se passa estão presentes nas crônicas.
Você já deve ter lido algumas crônicas, pois estão presentes em jornais, revistas e livros. Além do mais, é uma leitura que nos envolve, uma vez que utiliza a primeira pessoa e aproxima o autor de quem lê. Como se estivessem em uma conversa informal, o cronista tende a dialogar sobre fatos até mesmo íntimos com o leitor.
O texto é curto e de linguagem simples, o que o torna ainda mais próximo de todo tipo de leitor e de praticamente todas as faixas etárias. A sátira, a ironia, o uso da linguagem coloquial demonstrada na fala das personagens, a exposição dos sentimentos e a reflexão sobre o que se passa estão presentes nas crônicas.
Como exposto acima, há vários motivos que levam os leitores a gostar das crônicas, mas e se você fosse escrever uma, o que seria necessário? Vejamos de forma esquematizada as características da crônica:
• Narração curta;
• Descreve fatos da vida cotidiana;
• Pode ter caráter humorístico, crítico, satírico e/ou irônico;
• Possui personagens comuns;
• Segue um tempo cronológico determinado;
• Uso da oralidade na escrita e do coloquialismo na fala das personagens;
• Linguagem simples.
Portanto, se você não gosta ou sente dificuldades de ler, a crônica é uma dica interessante, pois possui todos os requisitos necessários para tornar a leitura um hábito agradável!
• Narração curta;
• Descreve fatos da vida cotidiana;
• Pode ter caráter humorístico, crítico, satírico e/ou irônico;
• Possui personagens comuns;
• Segue um tempo cronológico determinado;
• Uso da oralidade na escrita e do coloquialismo na fala das personagens;
• Linguagem simples.
Portanto, se você não gosta ou sente dificuldades de ler, a crônica é uma dica interessante, pois possui todos os requisitos necessários para tornar a leitura um hábito agradável!
Texto 2
Saúde & conselhos
Alguém já disse que, se conselho fosse bom, não seria dado, seria vendido. Mas isso é um exagero mercantilista, provavelmente reflexo de uma época em que o mercado é o fator soberano em qualquer tipo de avaliação. Dar e pedir conselhos faz parte da natureza humana. Aliás, não por outra razão cada vez surgem mais livros de auto-ajuda, um gênero que em muitas livrarias já ocupa uma seção especializada (freqüentemente perto de “Esoterismo” ou de New Age, mas isso é outra história). Essa abundância mostra que não será por falta de conselhos que deixaremos de ser sadios. Portanto, não pretendo acrescentar minha contribuição a essa impetuosa torrente. Pretendo, contudo, formular uma questão: como é que a gente sabe que um conselho será útil?
Primeira regra: um conselho é útil quando ele é objetivo, quando não é vago. “Não se estresse”, por exemplo, aparentemente é uma boa recomendação, mas como que é que — num mundo estressante — a gente faz para não se estressar? Daí a exigência da objetividade. Que freqüentemente pode se traduzir em números. “Faça exercício”: quanto exercício? Meia hora por dia, quatro vezes por semana — pode ser uma resposta. A propósito, “fazer” é um verbo necessário em termos de saúde que é uma coisa comportamental: a gente “faz” coisas para ficar sadio. E são coisas que normalmente devem ser repetidas, se possível com certo automatismo: é o hábito. Escovar os dentes é algo que fazemos assim, automaticamente. Quando o hábito é incorporado à cultura, ele se transforma num costume. Bom ou ruim, como é o caso do tabagismo. Segunda regra: um conselho é útil quando leva em conta a necessidade de prazer. Saúde não é castigo, saúde não é chatice. Como diz a Organização Mundial de Saúde, saúde é um estado de completo bem-estar — físico, mental, social. Muitas pessoas têm a idéia de que dieta equivale a suplício. Tal idéia leva à ansiedade, e ansiedade leva a comer mais, o que leva à obesidade... O círculo vicioso do castigo. Ora, comer é bom, e é melhor ainda quando é uma coisa racional — não uma punição. O mesmo pode se dizer do exercício físico. Como é que a gente escolhe um programa de exercício físico? Começando pela pergunta: o que eu gosto de fazer? Caminhar, nadar, praticar esporte? Terceira regra: não há milagres. Não há dietas mágicas, não existem equipamentos de ginástica capazes de resolver instantaneamente a necessidade de exercício. Há sim, um milagre, e este é a vida. O resto corre por conta do nosso bom senso e da nossa imaginação. Inclusive no que se refere à saúde.
SCLIAR, Moacyr. In A Face Oculta, inusitadas e reveladoras histórias da Medicina. Artes e ofícios. Porto alegre, 2001.
Exercícios:
1) Que gênero textual é apresentado? Quais as características desse gênero?
2) Qual o tema da primeira e da segunda crônica?
3) Atividade de pesquisa e exposição: O seu grupo será apresentado para alguns textos de vários cronistas durante as aulas e vocês farão um trabalho de pesquisa e elaboração de cartazes que será definido pelo professor para exposição no mural da escola.
Aluno: Lucas Silveira
ResponderExcluirExercícios:
1) Que gênero textual é apresentado? Quais as características desse gênero?
R: É uma crônica, suas características são:
- Texto curto e de imediata percepção;
- Utiliza a ironia;
- Linguagem com duplo sentido;
- Visão pessoal dos fato.
2) Qual o tema da primeira e da segunda crônica?
R: A primeira, fala da origem da crônica, e a segunda explica o que é a crônica.
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ResponderExcluirAluna: Eduarda L. Pleticos
ResponderExcluir1) Ambos os textos são crônicas. E sua características são:
- Narração curta
- Opinião explícita da parte do autor
- Caráter humorístico, irônico ou crítico
2) A primeira crônica, aborda o assunto do surgimento das crônicas. Já a segunda, fala sobre saúde e conselhos.
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ResponderExcluirAluno: João Henrique
ResponderExcluir1)Tanto o texto da cartomante quanto o texto Saúde e conselhos são crônicas, apresentando características comuns como:
-Narração mais curta;
-Ponto de vista expressado pelo autor;
-Apresenta senso de humor,ironia e criticas;
2) A primeira fala sobre o "nascimento" das crônicas e a segunda aborda dicas de saúde para nosso cotidiano.
Aluna: Bárbara Rodrigues Martins
ResponderExcluir1) Os textos são crônicas, e possuem as seguintes características:
- Descreve fatos da vida cotidiana
- Possui personagens comuns
- Segue um tempo cronológico determinado
- Narração mais curta
2) A primeira crônica, tem como tema principal o nascimento das crônicas. E a segunda, o tema é conselhos para a sua saúde.
Aluna: Martha H. Calbuch
ResponderExcluir1) Os dois textos são crônicas, pois tem uma linguagem fácil, o narrador é em primeira pessoa, descreve fatos da vida cotidiana e tem narração curta.
2) A primeira crônica fala sobre o surgimento da crônica e a segunda fala sobre conselhos e saúde.
1) R: Crônica:
ResponderExcluir• Narração curta;
• Descreve fatos da vida cotidiana;
• Pode ter caráter humorístico, crítico, satírico e/ou irônico;
• Possui personagens comuns;
• Segue um tempo cronológico determinado;
• Uso da oralidade na escrita e do coloquialismo na fala das personagens;
• Linguagem simples.
2) R: Tema da primeira crônica: Como surgiu a crônica, e a trajetória da vida de Machado de Assis.
Tema da segunda crônica: Quando um conselho é útil, e sobre saúde, como obter hábitos saudáveis.
Aluno: Gustavo S. Porto
ResponderExcluir1) Ambos são crônicas.
- Tem linguagem simples
- Contam fatos do cotidiano
- São humorísticos, críticos e irônicos.
2) A primeira conta da origem da crônica, e sobre a vida de Machado de Assis.
A segunda fala sobre saúde e hábitos saúdaveis.
Aluno : Artur Vinicius Zimmermann
ResponderExcluir1) Ambos os textos são crônicas, um gênero textual que apresenta uma narração curta, com características de humor, ironia, poesia, entre outras, além de envolver fatos a respeito do que ocorre conosco no nosso cotidiano.
2) O primeiro texto discorre sobre a origem do gênero textual crônica e sobre a trajetória, a caminhada da vida de Machado de Assis.
Já o segundo texto nos fornece dicas e/ou sugestões acerca de nossa saúde.
Aluna: Camila Gonçalves dos Santos
ResponderExcluir1- Os textos são crônicas, e esse gênero apresenta as seguintes características:
- Reflexão pessoal sobre acontecimentos do cotidiano;
- Narrativa curta;
- Tem personagens comuns;
- Tem linguagem simples.
2- O tema da primeira crônica é sobre a vida de Machado de Assis e sobre o surgimento da crônica, já a segunda fala sobre bons conselhos e hábitos saudáveis.
Aluno: Christian de Souza Pires
ResponderExcluir1- Ambos os textos são crônicas, apresentando características como: a crônica é uma narração curta escrita pelo mesmo autor e publicada em uma seção habitual do periódico, na qual são relatados fatos do cotidiano e outros assuntos relacionados a arte, esporte, ciência etc.
2- O tema do primeiro texto é sobre a vida de Machado de Assis e sobre a origem da crônica, e o segundo é sobre conselhos de saúde para o nosso cotídiano
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir1) Os dois textos são cônicas, e apresenta as seguintes características:
ResponderExcluir•Narração curta;
• Descreve fatos da vida cotidiana;
• Pode ter caráter humorístico, crítico, satírico e/ou irônico;
• Possui personagens comuns;
• Segue um tempo cronológico determinado;
• Uso da oralidade na escrita e do coloquialismo na fala das personagens;
• Linguagem simples.
2) O primeiro texto fala sobre a vida de Machado de Assis e sobre a crônica.
Já o segundo, fala sobre hábitos saudáveis e como aplica-los no nosso cotidiano.
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1) Os dois textos são crônicas, apresentando as seguintes características:
ResponderExcluir- Narração curta
- Fatos do cotidiano
- Humorísticos, irônicos e críticos
2) O primeiro fala sobre a origem da crônica e sobre a vida de Machado de Assis, e o segundo fala sobre conselhos de hábitos saudáveis no nosso cotidiano.
1) Os dois textos são crônicas. E suas características são, uma narração mais curta, descreve fatos da vida cotidiana, tem a opinião por parte do autor e personagens comuns.
ResponderExcluir2) a primeira crônica fala sobre o surgimento das crônicas, já a segunda fala sobre conselhos e saúde.
1) Os dois textos são ambos crônicas. E suas características são:
ResponderExcluir-Descrevem os fatos do dia a dia
-Possui uma narração curta
-Tem a opinião do autor no texto
2) a primeira crônica fala site o surgimento da crônica. E a segunda fala sobre conselhos e saúde.
1) Os dois textos são ambos crônicas. E suas características são:
ResponderExcluir-Descrevem os fatos do dia a dia
-Possui uma narração curta
-Tem a opinião do autor no texto
2) a primeira crônica fala site o surgimento da crônica. E a segunda fala sobre conselhos e saúde.